Wonderwoman

Sinto uma nova energia para lutar, uma nova luz que me dá vontade de seguir um novo caminho. Ser mulher, mãe, esposa, filha, ser humano não é fácil! E por vezes perdemos o nosso norte! Até encontrarmos algo, um “farol” que nos ilumine novamente o caminho. Não quer dizer com isso que nos perdemos ou desistimos, mas talvez apenas nos deixámos ir, nos desviámos do caminho e deixámos a maré levar-nos.

Lana, a menina do meu coração!

Ela era a minha menina, veio para nossa casa em bebé, fui mãe dela, companheira e amiga. E ela foi a melhor companheira e amiga que algumas tive. Quando estava chateada e enervada, sentava-se em cima de mim, para lhe fazer festas e dar mimo e assim eu acabava sempre por me acalmar. Se chorava vinha lamber-me as lágrimas e claro dava-me turrinhas até parar de chorar.

A diálise e os filhos

Acredito que se para mim é saturante, para ele também comece a ser. Acredito que para ele, o facto de naqueles dias não poder contar comigo ali ao seu lado também seja chato e acredito que esta rotina que já se instalou na nossa vida esteja a começar a cansá-lo.

O propósito da vida

Quando o meu filho nasceu, fechei um ciclo… e fiquei aliviada, pois temos tendência para seguir o que os nossos pais foram para nós e nos ensinaram e eu fui tudo ao contrário. Ver a ligação que o meu filho tem comigo, ver como ele me adora e saber especialmente que ele sabe que é a luz da minha vida, tudo isso trouxe-me paz.

Haunted | Netflix

O episódio que mais me cativou, foi o segundo ” The Slaughterhouse. A história de uma mulher criada numa casa isolada com uma família peculiar de assassinos em série que viam o ser humano como algo dispensável. O pai um homem assustador acaba por ser tomado por algo maléfico.

Os 40 anos

Consola-me o pensamento de um dia quando morrer, a parte de fora vai linda e maravilhosa. Se chegar lá, vou ser a velha mais enxuta do lar (sim, que eu vou para um lar que até lá ninguém me atura).

Paciência não me abandones!

Eu também já fui adolescente e também fiz as minhas festinhas em minha casa. Como era a única que não tinha os pais em casa, a minha casa era apelidada como a Casa do Povo, por irmos sempre para lá conviver. Mas por medo que os vizinhos ouvissem, não gritava, não se saltava, muito menos arrastava os móveis, no máximo punha a música alta.