Sede – Como controlar?

Uma das coisas que os doentes mais sofrem, é com a constante sede, isto porque temos de ingerir o menos possível de líquidos. O que por vezes é uma autêntica batalha perdida! Já imaginaram não poderem beber água sempre que têm sede?

Ora aqui ficam umas dicas:

PARA LIMITAR A INGESTÃO DE LÍQUIDOS:

Use chávenas e copos mais pequenos.

Tenha atenção à quantidade de sopa. Sirva a sopa com consistência cremosa (coe os legumes após a cozedura e só depois passe com a varinha), caso se apresente muito líquida deverá ser comida com um garfo ou servida com uma escumadeira. Coma sopa apenas uma vez por dia e ao fim de semana como o intervalo entre diálises é mais longo não ingira sopa. Ainda assim o melhor será consultar o seu nutricionista que poderá ajuda-lo a tomar a melhor decisão para o seu caso em específico.

  • Para preparações culinárias mais líquidas como por exemplo arroz malandro substitua a habitual colher de servir por uma escumadeira.
  • Para reduzir a água das verduras após cozidas, deverá escorre-las e salteá-las.
  • Opte pelo pão torrado que contém menos água.
  • Pergunte ao seu médico ou farmacêutico se pode ingerir os seus medicamentos com as refeições ou com os alimentos pastosos, a fim de guardar os líquidos que lhe são recomendados, para alturas em que lhe saberão melhor.
  • Estabeleça a quantidade diária de líquidos que lhe é permitida, por exemplo uma garrafa de 0,33cl e beba sempre por ela, assim terá sempre a noção da quantidade que lhe resta e cabe-lhe a si gerir.
PARA REDUZIR A SENSAÇÃO DE SEDE:
  • Quando beber, e em doses moderadas, escolha bebidas à temperatura ambiente ou mornas.
  • Masque pastilhas elásticas azedas (p.e. de mentol sem açúcar, aliviam a sensação de secura porque estimulam a produção de saliva)
  • Humedeça a boca com água fresca mas não a ingira, este cuidado permite-lhe manter a boca fresca, aliviando a sensação de secura.
  • Mantenha a fruta no frigorífico.
  • Não se exponha demasiado tempo ao sol, mantenha-se em ambientes naturalmente frescos. A exposição excessiva a ambientes com ar condicionado conduzem maior secura das vias respiratórias pelo efeito desumidificador do ambiente, pelo que sentirá necessidades de beber.
  • Se costuma estar em ambientes com pó, opte por usar máscara para evitar o efeito de garganta seca.
  • Não fume.
  • Depois de cada refeição lave a boca com um elixir fresco de forma a manter a boca húmida.
  • Como já anteriormente salientado o excesso de sal e de açúcar quando em excesso conduzem a um aumento da sensação de sede.

Por isso:

  • Caso seja diabético evite as hiperglicemias. Se habitualmente os seus níveis de açúcar no sangue estão altos consulte o seu nutricionista e médico, estes poderão ajudá-lo a controlar as hiperglicemias.
  • Reduza gradualmente a quantidade de sal adicionado durante a confecção dos alimentos e não adicione sal fino no prato. Substitua o seu uso por outros temperos alternativos, tais como, o sumo de limão, vinagre; ervas aromáticas (salsa, louro, Hortelã, coentros…); especiarias (pimenta, açafrão, colorau, tomilho, manjerona, orégãos…); e legumes aromáticos (cebola, alho…). As marinadas e vinhas de alhos de véspera costumam resultar bem.
  • Evite bebidas gaseificadas ricas em açúcar e/ou sal.
  • Evite produtos curados, salgados, enchidos e fumados; enlatados e conservas; caldos de carne concentrados, batatas fritas industriais, snacks e aperitivos salgados; alimentos pré confeccionados; molhos. Opte por comer alimentos frescos que são por natureza mais pobres em sódio e pelo pão sem sal, manteiga ou margarina sem sal.

Lembre-se, deve preferir a água não gaseificada, o chá, o descafeínado ou o carioca.

Por: Portal da Diálise

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INFALIBLE MATTE 24H

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A maquilhagem à prova de tudo, com resultado natural e sem imperfeições!”

Ainda não experimentei, mas estou curiosa!

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1º Ano – Ainda podemos levar tudo a brincar?

Desde que o meu pequeno pirata iniciou a escola no 1º ano, que temos em casa incentivado muito ao estudo.

Desde início que mostrei  a importância de fazer os trabalhos de casa assim que chegasse a casa, estudarmos a matéria dada antes de cada teste e faço sempre bastante exercícios para ir treinando.  Simulamos um teste  e treinamos onde temos mais dificuldades.

Foi bastante fácil com o pirata criar este tipo de rotina, primeiro porque  criou gosto pelo estudo. Sim, porque no Natal pediu ao Pai Natal para lhe oferecer um manual escolar com fichas para fazer em casa. E depois começou a ver que o estudo compensava, pois até agora tirou sempre boas notas.

Tenho perfeita noção que ainda são crianças muito pequenas e que hoje em dia a escola exige muito deles, mas para mim se a escola exige, em casa temos de acompanhar, porque torna-se cada vez mais difícil com o decorrer dos anos. Por experiência própria, porque no início não tive grandes apoios, quando a coisa se tornou séria vi-me deparada com imensas dificuldades e com a ausência de atenção dos pais, acabei por deixar de gostar da escola e sinceramente não sabia sequer estudar.

Entretanto em conversa com uma amiga que era a primeira a dizer que exagerava, ela acabou por me dizer que afinal eu até não deveria de estar assim tão exagerada, pois tinha falado com alguém especialista em crianças que lhe tinha dito que uma criança que não é ensinada na primária a estudar e a esforçar-se, na fase da adolescência não o vai saber fazer.

Isto porque como ela diz: é na primária que se criam hábitos e fundações!

Sou sincera, algumas vezes me questionei se realmente estaria a fazer mais mal que bem, mas olhando para ele e vendo o que conseguiu atingir creio que posso não estar assim a fazer tanto mal.

Claro, que com tanto esforço temos de acabar por ceder noutras coisas… mais jogos diariamente, mais desenhos animados. Mas a verdade é que se tornou bastante responsável com os seus deveres e bastante autónomo.

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A imbecilidade da lei de Resolução alternativa de litígios de consumo (144/2015)

Foi publicada a Lei n.º 144/2015, de 8 de setembro, em vigor desde o dia 23 do mesmo mês, sobre a resolução alternativa de litígios de consumo, estabelecendo o enquadramento jurídico dos mecanismos de resolução extrajudicial de litígios de consumo. Até aqui tudo parece bem… A Lei n.º 144/2015, d

Fonte: A imbecilidade da lei de Resolução alternativa de litígios de consumo (144/2015)

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Os clientes têm sempre razão

Não! Os clientes nem sempre têm razão!

Durante muitos anos trabalhei no mercado das telecomunicações, muito tempo mesmo! Tanto, que ainda sou do tempo da Telecel! Pré história! Sempre no atendimento ao público! Houve uma época que ainda trabalhei como administrativa/comercial, mas até nessa época tinha imenso contacto com o “público”.

Em todo o lado foi  diferente, mas o que realmente me formou e trouxe todo o “arcaboiço” de atendimento ao público que hoje tenho, foram os anos que trabalhei atrás de um balcão em lojas de telecomunicações, cara a cara com o cliente. E meus caros, acreditem nada é pior que uma loja de telecomunicação… desde a velhinha mais amorosa e simpática que nos trata como uma flor ao troglodita que nos ameaça espetar o computador que está à nossa frente directamente na nossa cabeça. E não, não estou a exagerar! Desde ameaça de bomba, a darem-me um tiro, tive de tudo e aprendi com o tempo e muito alprazolan a lidar com tudo.

O engraçado da coisa é que quem me conhece de verdade, sabe que não sou uma pessoa que aparenta simpatia logo à primeira vista, não, não sou e também não sou nada, mas nada extrovertida. Aliás tímida é uma das minhas principais caracteríticas… chocados, é que disfarço muito bem, não imaginam o que sinto por dentro quando tenho de enfrentar algo novo. Arrepios!

Mas a verdade é que trabalhar no atendimento ao público, tratar de situações do cliente, tentar resolver situações, ser prestável é o que mais gosto de fazer. Mesmo que acabe o dia a reclamar!

E com o passar do tempo fui aprendo com colegas mais experientes e com a minha própria experiência que esta frase do “cliente têm sempre razão” faz sentido. Para nós ele pode não ter razão, para a empresa ele pode não ter razão e se calhar até na realidade não têm razão, mas nós não vamos passar-lhe isso, vamos ouvi-lo e fazer acreditar que têm razão, que vamos tentar ajudar, que vamos fazer tudo ao nosso alcance para o ajudar. Sem promessas, só mostrando que o que estiver ao nosso alcance nós ajudamos!

E agora perguntam-se: e se não ajudar-mos? E se não conseguirmos? Se fizermos o cliente sentir bem quando está frustado, se vestirmos bem a nossa psicóloga (e não imaginam quantas vezes a minha me salvou a pele), no final mesmo que o problema dele não ficar resolvido porque existem situações que nos ultrapassam, ele vai compreender e vai conseguir ver que existe mais além daquela ou daquele funcionário que está à sua frente. Infelizmente para nós e felizmente para muitos administradores quem está atrás do balcão de um atendimento é a cara da empresa e tudo o resto para o cliente não interessa e é com isto que temos de trabalhar e fazer o nosso melhor.

Mas também existe a outra situação, a que o cliente têm razão e muitas vezes é tratado como se não tivesse… como se estivesse a fazer um favor à empresa, como se ainda tivesse de agradecer por ser cliente desta.

A verdade é que o que aprendi com a minha experiência: é que na formação e no nosso trabalho a empresa ensina-nos e pede para tratarmos o cliente como: “este têm sempre razão”, mas depois na realidade para a empresa é apenas mais um, um chato que paga uma mensalidade todos os meses e que não têm internet durante 15 dias e não deveria estar a reclamar porque afinal a empresa têm mais novos contratos para fazer e novas instalações para acabar e o cliente têm de compreender que existem prioridades. Ora se já é nosso cliente que espere… porque agora não pode ser!

Felizmente nem todas pensam assim! Para mim se aprendi alguma coisa nestes anos, é que o cliente têm sempre de ser tratado com respeito e consideração como se de um primeiro cliente se tratasse, desde que nos respeite e fale com a razão, tenha ou não razão naquilo que reclama. Tudo o resto se resolve com paciência e principalmente se houver gosto no que se faz.

Hoje percebo que a frase não é para levar tão à letra, mas o “cliente têm sempre razão…”!

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Óleo de côco: o melhor aliado

“Pode encontrar-se em qualquer supermercado e é tão necessário na cozinha como no necessaire.

Poppy Delevingne diz que o seu maior segredo de beleza é aplicar óleo de côco no corpo e cabelo uma vez por semana antes de um banho de imersão, para um boost de hidratação.

Miranda Kerr revelou à revista Allure que o mistura com sal marinho para criar um esfoliante natural e Arizona Muse usa-o como desmaquilhante. ”

Eu uso de vez em quando… para hidratar o corpo que tenho a pele super seca e por vezes no rosto quando quero fazer uma boa hidratação depois de uma máscara.

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O voto é o nosso maior direito e dever

Quando penso no número de pessoas que ontem não foram votar até fico mal disposta. Votar não é só um direito, é também um dever!

Quantas pessoas sofreram para que hoje cada cidadão pudesse ir lá cumprir o direito de opinião, no caso das mulheres que viveram anos sendo menosprezadas, pois a sua opinião não era sequer considerada, quanto mais importante. Mas não só elas! Todos!

Sou sincera, nem sempre o fiz! Era jovem e na verdade nunca tive ninguém que me explicasse bem a importância de praticar este meu direito. Para mim era: se são todos uns aldrabões para quê que vou perder tempo.

Até conhecer alguém que começou a responder-me: Se não votas não tens direito a opinião. E eu danada respondia: tenho sim, ora!

Mas a verdade é que não tinha, porque no momento de dar a minha opinião, eu não dava, não fazia nada. Nem que fosse votar em branco, mas estava a dar a minha opinião no momento de escolher os tais aldrabões. Então começei a votar sempre, nem que fosse para dar a minha opinião!

Mas hoje, para mim votar não é só dar a minha opinão, expressar os meus sentimentos para com estes políticos de m… para mim é honrar todos aqueles que no passado lutaram por um direito, que conquistaram o direito a escolha, o direito de cada um ir lá e dizer o que pensa, e mais importante ser respeitado por isso.

Por isso a todos os que não o fizeram: shame on you! Porque não respeitarem os vossos antepassados que lutaram com, lágrimas, suor e sangue para que hoje, hoje fossem livres de expressar o vosso direito de voto e por isso deveria de ser o vosso dever!

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